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Como está a minha autoestima?

Atualizado: 3 de nov.



Ter AUTO-ESTIMA é ter a capacidade de me estimar a mim mesmo, naquilo que eu sou. Tem a ver com a relação que crio comigo mesmo e, acima de tudo, com a narrativa que tenho de mim próprio.


CRENÇAS:

Aquilo que alimenta uma narrativa negativa sobre mim são as minhas crenças. Crenças como: “Sou irrelevante”, “sou fraco”, “não sou suficiente”, “não tenho valor”, “sou burro”, “sou feio”, …


Quais é que são as tuas crenças sobre ti mesmo?

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REGRAS DE VIDA

Muitas vezes, as crenças que temos sobre nós próprios levam a que comecemos a criar algumas regras que vão orientando o modo como vivemos a nossa vida e o modo como nos comportamos. Quando essas regras se tornam rígidas, difíceis de alterar, podem-se tornar prejudiciais, e vão alimentando a visão negativa que temos de nós mesmos.

Essas regras passam por acreditar que “ não mereço mais do que isto”, “tenho de agradar a todos”, “toda a gente tem de gostar de mim”, “se for criticado, significa que não valho nada”, “não posso exigir nada a ninguém”, “ não posso dizer que não” …


Quais é que são as tuas “regras de vida”? As regras que vão orientando as tuas decisões e comportamentos no teu dia-a-dia?

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As crenças e as regras que criamos para nós mesmos surgem, frequentemente, através de uma voz que temos dentro de nós, a voz do nosso Crítico Interno. É uma voz extremamente ansiosa, desesperada para que sejamos bem-sucedidos, aceites e apreciados pelos outros. E está sempre a fazer-nos exigências, a olhar para as nossas falhas, em vez dos nossos sucessos. Para os nossos defeitos, em vez das nossas competências.


Para acalmar esta voz, é necessário conseguirmos desenvolver uma maior autocompaixão.

A autocompaixão é a capacidade de sentirmos empatia em relação à nossa própria dor e tristeza. Compaixão relativamente aos nossos medos, aos nossos receios, às nossas dificuldades. Apenas desenvolvendo esta empatia por nós mesmos, conseguiremos suavizar a voz do nosso crítico interno, e desenvolver uma visão de nós mesmos mais compassiva.

É, assim, importante que treinemos estas respostas compassivas relativamente a nós, e que comecemos a trabalhar para diminuir a voz crítica que há em nós, aumentando, assim, a nossa estima por nós próprios. Em seguida, são propostos alguns exercícios de autocompaixão que te poderão ajudar nisso.


Se sentes que a tua autoestima está muito fragilizada e que precisas de uma ajuda mais especializada, estamos aqui para te ajudar. Não hesites em entrar em contacto

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