Autocuidado: o que ter em conta

Cuidar de nós próprios, ao contrário do que muitas vezes nos é incutido, não é um ato de egoísmo. Ao cuidar de mim, cuido das relações que estabeleço e, consequentemente, dos que me rodeiam.

Quando falamos em autocuidado, não falamos em prejudicar ou descurar o bem-estar alheio. Falamos sim, de nos conhecermos e respeitarmos.

Conhecer os nossos limites, as nossas necessidades, o que somos e valorizamos traz-nos vantagens e promove um autoconhecimento que podemos e devemos utilizar de modo a maximizar o nosso potencial e as nossas relações interpessoais.



Então, o que devo ter em conta quando cuido de mim?


  1. Reconheço as minhas capacidades e comemoro as minhas conquistas.

  2. Sei dizer não, respeitando-me e fazendo valer as minhas vontades e desejos;

  3. Sou a minha prioridade e coloco-me em primeiro lugar;

  4. Respeito os meus estados emocionais, aceitando os momentos menos bons, relembrando-me que a tristeza faz parte e é passageira;

  5. Não fico focado em agradar aos outros mas sim a mim mesmo(a);

  6. Não cobro de mim o que não é suposto nem me julgo como se não pudesse errar;

  7. Aceito-me e dou o "colinho" emocional que preciso a mim próprio(a).


Cuide de si. Valorize-se, preocupe-se e seja atencioso consigo. A autocompaixão permite-nos estabeler um compromisso de aliviar o nosso sofrimento, tolerando o desconforto que ele nos traz e não ajuizando. Seja empático e reconheça os seus limites. Procure ajuda sempre que não o conseguir fazer sozinho.

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